Política
12:05

Eduardo Bolsonaro ironiza e deseja sorte a Mauro Vieira antes de reunião com EUA

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) se reuniu com membros do Departamento de Estado dos Estados Unidos na última quarta-feira (15), antecipando o encontro oficial entre o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio.

Segundo a colunista Bela Megale, do O Globo, ele utilizou o encontro para enviar recados sobre a recente aproximação entre Lula (PT) e Donald Trump, sob a perspectiva da oposição brasileira. Eduardo Bolsonaro e o ex-apresentador Paulo Figueiredo ironizaram o que chamaram de “narrativa de que Trump ama Lula” no Brasil.

Eduardo Bolsonaro e seus aliados apostam que Marco Rubio manterá as exigências dos EUA como condição para a reversão da tarifa de 50% aplicada sobre produtos brasileiros. Uma das condições pode incluir uma eventual anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em vídeo publicado nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo comentaram sobre o encontro. Figueiredo afirmou que estão sendo muito bem recebidos e aguardam a reunião oficial, destacando a convicção de que os EUA continuarão agindo para reduzir o poder de regimes totalitários e pessoas que censuram e dificultam a atuação de empresas americanas.

No vídeo, também desejaram “boa sorte” ao ministro Mauro Vieira e afirmaram que “a anistia segue mais viva do que nunca”.

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, tem encontro agendado para esta quinta-feira (16) na Casa Branca, em Washington, com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, marcado para as 15h no horário de Brasília, segundo comunicado do governo norte-americano.

Na semana anterior, os dois ministros conversaram por telefone por cerca de 15 minutos, alinhando o encontro para debater temas prioritários entre Brasil e Estados Unidos e dar continuidade ao diálogo bilateral.

Entre as pautas principais da reunião estarão as tarifas aplicadas contra produtos brasileiros, especialmente o tarifão de 50%, que tem prejudicado a economia do Brasil. O Departamento de Estado dos EUA comunicou que os países devem “promover interesses econômicos mútuos e outras prioridades regionais importantes”.

Créditos: NSC Total

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