Réveillon do Rio reúne 5,1 milhões em 13 palcos com 19 balsas em Copacabana
A comemoração da virada do ano no Rio de Janeiro atraiu mais de 5,1 milhões de pessoas, entre moradores e turistas, distribuídas em 13 palcos pela cidade.
Na Praia de Copacabana, 2,6 milhões de pessoas celebraram a chegada de 2026, acompanhando a queima tradicional de fogos que iluminou o céu da Zona Sul por cerca de 12 minutos.
Este ano, o espetáculo pirotécnico contou com 19 balsas posicionadas ao longo da orla — o maior número já utilizado em Copacabana, superando as edições anteriores em que o máximo foi de dez embarcações.
O show de fogos foi conduzido pelo cenógrafo francês Christophe Berthonneau, responsável por eventos internacionais como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.
Todas as balsas passaram por vistoria da Diretoria-Geral de Diversões Públicas (DGDP) do Corpo de Bombeiros, assegurando a segurança da operação.
Além dos fogos de artifício tradicionais, a festa incluiu um espetáculo inédito de drones. Durante a apresentação, 1.200 aeronaves formaram imagens simbólicas do Rio de Janeiro, homenageando a cidade, incluindo uma escultura de rosto humano no céu que foi muito aplaudida pelo público.
Na terça-feira (30), o Rio de Janeiro recebeu do Guinness Book o título de maior réveillon do mundo, considerando o público presente e a estrutura montada para o evento.
A festa reuniu 70 atrações em 13 palcos, com três localizados em Copacabana e dez em outras regiões da cidade.
No Palco Rio, instalado em frente ao Hotel Copacabana Palace, se apresentaram artistas como Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Belo, Alcione, João Gomes, Iza, Alok e a bateria da Beija-Flor.
O público esteve concentrado na areia diante do palco e nas pistas da Avenida Atlântica, que estavam fechadas para veículos, enquanto as calçadas próximas aos prédios permaneceram liberadas para circulação mesmo com o grande movimento.
A partir das 5h, as vias internas de Copacabana começaram a ser liberadas para o trânsito.
Créditos: g1