Internacional
18:06

Trump convida Lula para Conselho de Paz que visa reconstrução da Faixa de Gaza

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convidou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para integrar o “Conselho de Paz”, responsável por supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza. A informação foi divulgada pelo ICL Notícias e confirmada pela CNN Brasil no sábado (17).

Fontes ouvidas pela CNN Brasil informaram que a carta foi enviada a Lula por meio da Embaixada brasileira em Washington D.C. na tarde de sexta-feira (16) e encaminhada ao Itamaraty. Não há confirmação se Lula aceitará o convite.

Essa iniciativa é uma proposta dos EUA para tentar encerrar o conflito entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza.

O “Conselho Executivo fundador”, presidido por Trump, inclui ainda Steve Witkoff, enviado de política externa de Trump; Robert Gabriel, vice-conselheiro de segurança nacional; Jared Kushner, genro do ex-presidente; o empresário Marc Rowan; e Ajay Banga, diretor-geral do Banco Mundial.

A Casa Branca declarou que o plano está em desenvolvimento e que mais membros do conselho serão anunciados em breve. Entre os países convidados estão Argentina, Brasil, Canadá, Paraguai, Turquia e Egito.

Em suas redes sociais, Trump afirmou que o Hamas deve ser completamente desmilitarizado, ressaltando que “o povo de Gaza já sofreu o suficiente”.

O presidente argentino, Javier Milei, comemorou o convite e declarou ser uma honra para a Argentina integrar essa organização criada para promover a paz em regiões afetadas por conflitos, iniciando pela Faixa de Gaza. Ele ressaltou que o país estará lado a lado com nações que enfrentam o terrorismo e defendem a liberdade.

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, também agradeceu o convite e afirmou que sua administração assume com honra a responsabilidade de colaborar com os EUA em busca da paz duradoura.

Um representante do governo canadense informou que o primeiro-ministro Mark Carney aceitou participar do conselho.

Até o momento da publicação, a CNN Brasil não obteve resposta do Palácio do Planalto nem do Departamento de Estado dos Estados Unidos, mantendo o espaço aberto para atualizações.

Créditos: CNN Brasil

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