Esporte
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Judocas do RN disputam Brasileiro Sub-13 em Macapá com 21 atletas

Judocas do RN disputam Brasileiro Sub-13 em Macapá com 21 atletas

A delegação potiguar composta por 21 atletas e 5 profissionais da comissão técnica embarca nesta sexta-feira, 31 de julho, para Macapá/AP, onde vai participar do Campeonato Brasileiro Sub-13. A competição será realizada no Ginásio do Instituto Federal do Amapá, com expectativa de reunir 488 judocas de 25 Federações Estaduais durante dois dias de disputa, nos dias 1º e 2 de agosto.

Todas as lutas serão transmitidas pela CBJ TV, canal do YouTube da Confederação Brasileira de Judô.

Segundo Lacet Júnior, coordenador de seleções da Federação de Judô do Estado do Rio Grande do Norte (FJERN), a fase até 12 anos é um momento em que o judoca ainda está se descobrindo no esporte. Por isso, destaca a importância do apoio familiar sem cobranças por resultados.

“Consideramos esta etapa como um período de transição em que o jovem atleta deve buscar se descobrir e desenvolver no judô. É o momento de ampliar o repertório e iniciar a participação em competições. Nessa fase, o resultado é menos importante”, explica Lacet Júnior.

Ele acrescenta que o foco deve estar no processo para aprimorar a parte técnica, vivenciar a competição e fortalecer o gosto pelo esporte. “Os familiares devem incentivar sem exigir resultados. É nesta etapa que os fundamentos técnicos começam a se firmar, e as competições mais decisivas ocorrem a partir dos 15, 16 anos.”

Por reunir atletas da primeira classe competitiva da Confederação Brasileira de Judô, o Brasileiro Sub-13 adota regras específicas que visam o desenvolvimento técnico, pessoal e a segurança dos participantes. Nesta faixa etária, não é permitida a aplicação de técnicas de estrangulamento e chaves de braço.

Além disso, a arbitragem possui adaptações pedagógicas: após cada punição, o árbitro explica ao atleta o motivo da sanção e demonstra com gestos. Em casos de desclassificação técnica, a situação pode ser revista pela Gestão Técnica da competição junto ao coordenador de arbitragem, que pode autorizar o retorno do judoca ao torneio.

Para incentivar os iniciantes nas competições, a CBJ premia com medalhas até o sétimo lugar. As Federações que conquistarem as cinco primeiras posições no feminino e masculino recebem troféus de melhor colocação geral.

Créditos: Tribuna do Norte

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