Ciclone na Argentina provoca alertas de chuvas no Sul, Centro-Oeste e Sudeste
A formação de um ciclone extratropical na Argentina está gerando alertas para chuvas fortes nas regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. No Rio Grande do Sul, a previsão é de precipitação entre 50 e 100 mm por dia, com ventos que podem chegar a 100 km/h. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de “Perigo” para tempestades na região, destacando riscos como alagamentos e vendavais.
Em estados como Rio de Janeiro e Minas Gerais, o alerta é de “Perigo Potencial”, com chuvas que podem atingir até 50 mm por dia e ventos de até 60 km/h.
No domingo, feriado de Nossa Senhora Aparecida, o ciclone estará impactando essas regiões, mas na segunda-feira ele deverá se deslocar para o oceano Atlântico, afastando-se do continente, segundo informações do MetSul.
A meteorologista Estal Sias, do MetSul, indicou que a frente fria associada ao ciclone vai avançar trazendo chuva localmente forte e condições de tempo severo especialmente entre o Sul, o Centro-Oeste e o Sudeste do país.
O domingo apresenta alto risco no Rio Grande do Sul, onde temporais isolados podem vir acompanhados de granizo e ventos fortes. Nos demais estados, os impactos tendem a ser menores.
A instabilidade será intensa no domingo nos três estados do Sul do Brasil, no Paraguai e no Mato Grosso do Sul, com possibilidade também de temporais em São Paulo. Existe um risco elevado de vendavais localizados que podem causar danos como destelhamentos, queda de árvores e postes.
O Inmet alerta para tempestades no Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, partes dos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, com chuvas entre 50 e 100 mm por dia e ventos de até 100 km/h. Os riscos incluem corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
No Rio de Janeiro e Minas Gerais, o alerta prevê chuvas intensas de até 50 mm por dia e ventos de até 60 km/h, porém, com menor risco de corte de energia, queda de galhos, alagamentos e descargas elétricas.
Créditos: O Globo