Justiça mantém prisões preventivas de investigados por atentado contra Cabo Deyvison em Mossoró

A Justiça do Rio Grande do Norte decidiu manter as prisões preventivas de três homens suspeitos do atentado contra o vereador e policial militar Cabo Deyvison, ocorrido em Mossoró, na região Oeste do Estado. O ataque, que aconteceu no dia 15 de junho, deixou o parlamentar gravemente ferido e resultou na morte do assessor parlamentar Alyson Dyego de Oliveira Morais.
A decisão foi proferida pelo Colegiado da Unidade Judiciária de Delitos de Organizações Criminosas (UJUDOCrim) durante a revisão periódica das prisões preventivas prevista no Código de Processo Penal. O documento foi assinado eletronicamente na segunda-feira, 14 de setembro de 2026.
Permanecem presos José Antônio da Costa, Vinícius Gabriel da Silva Freitas e Wilson Mariano da Silva Filho. Segundo a decisão, não houve surgimento de novos elementos que modificassem as circunstâncias que justificaram a manutenção das medidas cautelares desde a decretação das prisões.
José Antônio e Vinícius Gabriel tiveram suas prisões em flagrante convertidas em preventivas no dia 18 de junho. Wilson Mariano foi alvo de prisão preventiva decretada em 20 de junho e foi preso em 24 de junho.
Os três são investigados por envolvimento no atentado contra Cabo Deyvison, que ocorreu em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel, em Mossoró.
Na ocasião, Alyson Dyego, que fazia parte da equipe do vereador e era amigo dele, foi atingido por disparos e morreu. Cabo Deyvison também foi baleado e sofreu ferimentos graves, mas sobreviveu.
O atentado teve grande repercussão em Mossoró e no Rio Grande do Norte por envolver um vereador e policial militar e resultar na morte de um assessor parlamentar.
Após sua recuperação, Cabo Deyvison voltou às atividades políticas. As investigações seguem em andamento para esclarecer os detalhes do crime e a participação dos investigados.
Com a decisão atual, José Antônio da Costa, Vinícius Gabriel da Silva Freitas e Wilson Mariano da Silva Filho permanecem presos preventivamente enquanto o processo judicial continua em análise.
Créditos: Tribuna do Norte