Pesquisa Meio/Ideia mostra Lula e Bolsonaro liderando intenção de voto para 2026
Nesta terça-feira (13), a plataforma Meio e o Instituto Ideia divulgaram uma pesquisa com as intenções de voto para a Presidência da República nas eleições de 2026. Essa pesquisa inicia o levantamento do cenário eleitoral deste ano, em que os brasileiros escolherão presidente, governador, dois senadores, deputado federal e estadual.
O levantamento da Meio/Ideia incluiu uma pesquisa espontânea, sem apresentar nomes aos eleitores, e cinco cenários estimulados, onde os entrevistados escolheram entre candidatos indicados. Segundo Cila Schulman, diretora-executiva do Instituto Ideia, a pergunta espontânea indica que o público ainda enxerga a disputa principalmente entre Lula e Bolsonaro, sinalizando que os demais pré-candidatos precisam se apresentar à população.
Nos cenários estimulados, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece como o adversário mais competitivo contra Lula (PT). No segundo turno, eles estão tecnicamente empatados segundo a pesquisa Meio/Ideia.
Outros nomes testados na pesquisa incluem a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e governadores alinhados à direita como Ratinho Junior (PSD-PR), Romeu Zema (Novo-MG), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) e Eduardo Leite (PSD-RS).
Para o primeiro turno, foram conduzidas pesquisas espontâneas e cinco cenários estimulados, enquanto para o segundo turno foram avaliados nove cenários estimulados, ressaltando Tarcísio como o adversário mais forte de Lula.
A metodologia adotada pelo Instituto Ideia ouviu 2.000 eleitores entre 8 e 12 de janeiro de 2026. A pesquisa foi encomendada pelo Canal Meio S.A., tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06731/2026.
A Gazeta do Povo tem histórico de publicar pesquisas eleitorais dos principais institutos do país, ressaltando que elas refletem o momento da consulta com amostras representativas, mas que fatores como método, amostra e formulação das perguntas podem influenciar os resultados. Por isso, pesquisas não devem ser vistas como previsões definitivas, mas sim como ferramentas que proporcionam informações importantes para partidos, lideranças políticas e o mercado financeiro.
Créditos: Gazeta do Povo