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Suspeitos de matar Ruy Ferraz Fontes têm ligação com crime organizado, diz polícia

A Polícia Civil de São Paulo identificou os dois jovens suspeitos de envolvimento na morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes. Ambos ainda estão foragidos. A defesa dos suspeitos não foi localizada.

O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, confirmou a participação dos suspeitos com o crime organizado. “Não resta dúvida do envolvimento do PCC, principalmente pela participação do Mascherano. O crime organizado participou da execução”, declarou Derrite durante coletiva de imprensa.

Ele também comentou que restam dúvidas sobre a motivação do assassinato, se relacionada à carreira do delegado ou ao trabalho dele na prefeitura de Praia Grande.

Na manhã do mesmo dia, uma mulher, suspeita de transportar um fuzil usado no crime, foi presa temporariamente. Dahesly Oliveira Pires, 25 anos, apontada como namorada de um dos envolvidos no homicídio, já respondia por tráfico de drogas e estava sendo procurada desde 2023. A defesa dela também não foi encontrada.

A prisão preventiva dela foi decretada após pedido da investigação. Dahesly prestou depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) na noite da quarta-feira, 17, mas não revelou a motivação do crime, limitando-se a fornecer detalhes sobre a logística.

Na quarta-feira, a polícia ouviu e liberou familiares de dois suspeitos da emboscada que resultou na morte do delegado Ruy Fontes.

Créditos: Terra

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