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12:07

Trump usa gíria ‘FAFO’ para provocar Maduro após sua captura

Donald Trump utilizou uma gíria popular das redes sociais para provocar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, após sua captura.

Em uma postagem na conta oficial da Casa Branca no X, Trump exibiu uma foto sua acompanhada da sigla “FAFO” e da legenda “No games” (em português, “sem jogos”).

A sigla FAFO é a abreviação da frase em inglês “F*ck Around and Find Out”, expressão equivalente ao ditado “quem brinca com fogo, se queima”.

Originalmente uma gíria militar, o termo se popularizou na internet e é amplamente utilizado em plataformas como Reddit, X e TikTok, principalmente em vídeos envolvendo temas políticos e outros que despertam sentimentos de vingança.

Sua aplicação varia desde assuntos sérios, como a prisão de assaltantes, até conteúdos com tom humorístico. Um exemplo típico é uma tendência onde pais mostram a reação dos filhos após desobedecerem alertas, como provar sal.

Trump já havia usado esse termo anteriormente. Em janeiro, conforme reportado pelo USA Today, ele aplicou a expressão ao se referir à Colômbia ao ameaçar tarifas e sanções devido à recusa do país em aceitar voos militares com deportados.

Outros membros do governo dos Estados Unidos também incorporam a expressão; em setembro, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, disse ter uma única mensagem aos inimigos dos EUA: “FAFO”.

O presidente venezuelano Nicolás Maduro foi levado a um centro de detenção em Nova York na noite de sábado (3), depois de ser capturado durante a madrugada em Caracas, segundo o governo americano.

Em um pronunciamento, Trump declarou que os Estados Unidos administrarão a Venezuela até a transição de governo e também controlarão o petróleo do país. Ele reiterou acusações contra Maduro, apontando-o como chefe de um cartel de narcotráfico na região.

Trump afirmou estar avaliando os próximos passos para o país sul-americano.

No mesmo sábado, a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, anunciou que Maduro será julgado pela Justiça americana em um tribunal de Nova York.

Créditos: g1

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